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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sobre derrotas e vitórias [diário]

Sexta-feira, 22 de outubro de 2010.

Antes de partirmos rumo a Campinas, onde faríamos a prova da etapa final da 2ª Olimpíada Nacional em História do Brasil, recebemos um abraço e boa sorte dos alunos, dos professores e do mantenedor do nosso colégio. Em meio a tantas palavras carinhosas de meus alunos, não vou esquecer o que uma aluna do 6º ano me disse: “quando eu for maior, eu também vou para a final da Olimpíada, professor”. Nesse momento, começaram as nossas vitórias.

Partimos por volta das 14:30. Depois de, aproximadamente, uma hora e vinte minutos de viagem tranquila e sem nenhum contratempo, chegamos ao Hotel Opala, em Campinas.

Na recepção do hotel, os alunos que participaram dessa etapa da Olimpíada pela primeira vez, notaram a diversidade dos participantes desse evento. À nossa frente, equipes da Bahia, com sua professora orientadora, davam entrada no hotel. E uma coisa que já havíamos notado na edição passada, se confirmou. O povo do nordeste é muito simpático. Eles se apresentaram e se interessaram em saber de que lugar nós éramos.

Depois de acomodados e com as malas desfeitas, saímos para comer alguma coisa. Durante o tempo em que estivemos no shopping, fiquei muito contente em ver a amizade sincera que os amigos de sala demonstraram à nossa equipe. Ligaram mais de uma vez para desejar boa sorte e declarar o orgulho que sentiam em serem representados pela equipe. Que prêmio poder contar com amigos desse tipo!

De volta ao hotel, o P2 (Felippe) aproveitou para tirar algumas dúvidas sobre o texto que seria usado na prova do dia seguinte.

Sábado, 23 de outubro de 2010.

Acordamos cedo. Às 06:00 já estávamos de pé. Às 06:30 estávamos indo tomar o café da manhã. No restaurante do hotel, muitas equipes já ocupavam as mesas. Alunos de colégios militares, vestidos com suas fardas, destacavam-se em meio aos alunos civis; alunos e professores de dreadlocks formavam uma equipe com um visual particular; sotaques mudavam de mesa em mesa.

Chegamos à Unicamp antes das 08:00. Os alunos teriam que entrar nas salas, no máximo, às 08:30. Tive que ficar numa fila para a entrega de documentos, então, diferente do ano passado, que acompanhei os alunos até as salas, me despedi deles no térreo e desejei boa sorte. Terminada a parte burocrática, os professores orientadores foram para um auditório onde participariam de um ciclo de palestras.

Depois das excelentes palestras, os colegas professores colocaram suas experiências, dificuldades e histórias de superação para levar suas equipes dos cantos mais remotos do nosso país. Foi possível fazer um mapa do ensino de História no país, compartilhar experiências e dificuldades. No término, antes de irmos ao encontro dos alunos, o bate-papo informal com os professores foi outra experiência marcante que carrego desse momento.

Quando eu voltava para o local da prova, recebi um telefonema do Matheus Lima, ex-aluno do nosso colégio, medalhista dessa mesma olimpíada e atualmente aluno da Unicamp. Ele ficou de nos encontrar no campus.

Recebi os alunos e foi ótimo ver a alegria e a confiança que sentiam. Fizeram a prova com tranquilidade, e eu tinha a certeza de que eles tinham dado o seu melhor. Vê-los felizes depois de uma prova como aquela era a certeza de que, independente de medalhas, eles haviam aprendido muito, principalmente a agirem com a tranquilidade necessária em momentos como esse, ainda mais quando duas alunas da equipe, em breve, estarão passando pelo vestibular.

Encontramos o Lima em frente ao prédio da Biblioteca Central da Unicamp. Como é bom reencontrar amigos!

Ele nos levou para um breve passeio pela Unicamp. Passamos por uma rádio que transmitia a programação ao vivo de dentro de uma torre. A entrada da rádio tinha um grafite e a porta era a boca de um homem; lá de dentro da rádio, víamos um luminoso branco, em que estava escrito em letras vermelhas: NO AR. Em frente à radio, ao ar livre, havia um teatro de arena todo grafitado, em que se lia DESOBEDEÇA. O Lima nos contou que os alunos do curso de Filosofia estavam em luta contra a Unicamp para conseguirem realizar um evento que já era tradição do curso e que a universidade havia proibido.

Contornamos uma enorme fonte vazia e chegamos ao prédio da Física. O Lima nos mostrou as salas, diferentes das tradicionais salas retangulares, essas eram semicirculares. Em seguida, por indicação dele, fomos almoçar em um restaurante com uma decoração que lembra um pub. O curioso é que o teto do restaurante era uma ferrovia em miniatura, em que passava um trenzinho.











De volta à Unicamp, tiramos um cochilo embaixo do prédio da Biblioteca Central, onde, horas atrás, um grupo ensaiava uma coreografia com espadas de madeira. Às 14:30 fomos para o Ginásio, onde os 900 alunos finalistas tiveram uma atividade de dança para se conhecerem e interagirem. Em seguida, assistimos ao show da banda Lester Bangs, que contou a História do Rock começando com músicas da década de 1950 e encerrando com sucessos atuais do rock, como The Killers. Não sei as meninas, mas eu e o P2 achamos os caras muito bons.

Enquanto rolava o show, o Matheus participou de uma reunião do Movimento Zeitgeist, do qual ele é integrante. Terminados os eventos, fomos todos para o Mc Donald’s. Em seguida, deixamos o Lima na Unicamp. Foi muito bom reencontrá-lo.

Cansados, fomos direto para o Hotel. Eu e o P2 ainda assistimos As Branquelas, demos algumas risadas e conversamos bastante. O meu companheiro de quarto tem como qualidade o bom humor e o gosto por um bom papo. Foi muito legal dividir o quarto com ele.

Domingo, 24 de outubro de 2010.

Acordamos às 06:30 e creio que todos nós fomos tomados pela ansiedade. O momento de sabermos o resultado estava próximo. Deixamos o hotel já com as malas. Tomamos o café da manhã em uma padaria a caminho da Unicamp.

O ginásio, onde seria feita a entrega das medalhas, estava lotado. Uma média de 1200 pessoas preenchiam a arquibancada de frente para o palco onde estava composta a mesa das autoridades presentes. Entre elas, não podia deixar de destacar o professor Dr. Edgar de Decca, um dos maiores historiadores vivos de nossa história. Outra presença marcante foi a do professor Dr. Durval Muniz de Albuquerque Junior, presidente da Associação Nacional dos Profissionais de História e um grande humanista.

Depois das palavras carinhosas de cada integrante da mesa, começou a entrega das medalhas e torcemos todas as vezes que chamavam uma equipe do estado de São Paulo, na esperança de que a nossa fosse uma delas. Confiantes, estávamos com o grito contido, aguardando alguém, quem sabe, falar o nome do nosso município. Não aconteceu. A entrega acabou e o grito contido virou lágrima no rosto da Isabela e da Dani. O matemático responsável pelo sistema de pontuação da Olimpíada, carinhosamente se aproximou das duas, deu um abraço nelas e disse que tinham que chorar, porque isso era a prova de que tinha valido a pena e tinha sido marcante na vida delas. Uma professora de outra equipe também veio dividir esse momento com a gente, parabenizando cada um dos nossos alunos. Para mim, só restou dizer que isso é a vida. E que o sabor da vitória é apreciado na sua plenitude quando conhecemos o sabor, às vezes amargo, da derrota. Para a Isabela, eu disse que a alegria que ela sentiu ano passado, ao ganhar uma medalha de prata, esse ano foi concedida a um estudante de outro colégio... Voltamos para a casa não com a medalha que nossos alunos sonharam ganhar, mas com tantas outras conquistas.

Segunda-feira, 25 de outubro de 2010.

P2, Isabela e Dani,

Em um país, onde a educação sempre esteve em segundo plano, disciplinas como História foram marginalizadas, receberam cargas horárias ínfimas e tiveram o seu papel de ciência e o rigor metodológico reduzido, por ignorância, à “decoreba”. Os alunos, no passado, dificilmente eram tratados como agentes históricos e o que estudavam não passava de uma sucessão de fatos provocados por camadas muito bem definidas da nossa sociedade. Isso está acabando. E vocês fazem parte desse processo.

É um orgulho para mim, como professor, ver meus três alunos serem finalistas de uma Olimpíada onde participaram 43.000 pessoas; minha equipe se destacar em meio às mais de 17.000 que participaram; meus alunos que não participaram darem o apoio que muitos outros não receberam nem de seus familiares; o colégio em que vocês estudam acreditar na formação de um ser humano integral, pleno para ser um cidadão consciente; a disciplina que eu leciono, a História, ser passada para uma geração tão capaz de compreender para o que serve a História, e como ela pode ser transformadora; e, por último e mais importante, por ter visto vocês crescerem ao terem que conviver com a derrota e com as sucessivas vitórias.

Existem vitórias que são derrotas. Imaginem vencer sem ter a total convicção de que o melhor foi feito; imaginem vencer depois de fazer uma prova que pareceu ser um tormento; imaginem vencer e saber que talvez não tenham com quem compartilhar a vitória! Agora, existem derrotas que são vitórias. Vejam as lembranças que carregaram para sempre dessa experiência. Lembrem-se dos telefonemas dos amigos e familiares, provando para vocês que estarão de braços abertos para receberem vocês na volta. São muitos os motivos que eu poderia numerar aqui, mas vocês sabem do que eu estou falando.

Eu só tenho que dizer que foi uma experiência incrível eu ter vivido esse momento ao lado de vocês. PARABÉNS!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Notícias sobre a Olimpíada

Ontem eu postei sobre a participação do nosso colégio na 2ª Olimpíada Nacional em História do Brasil. Mas, como hoje recebi um e-mail do Museu Exploratório de Ciências com um link para uma videoconferência, gravada no dia 1º de julho, com a historiadora Cristina Meneguello, coordenadora da Olimpíada, voltei ao assunto para postar o link.

O vídeo tem quase uma hora de duração e explica quais são os objetivos e a metodologia da Olimpíada. É importante que os alunos participantes o assistam, principalmente aqueles que não participaram da edição passada, já que nele a coordenadora comenta os critérios de avaliação e o formato das questões, incluindo o que se espera extrair delas. Os demais alunos podem conhecer melhor a Olimpíada e, assim, fazerem uso do site, pois nele está disponibilizado o acervo de documentos históricos usados na 1ª Olimpíada.

A videoconferência está disponível no site Rede do Saber, da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.

2ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

Pois é, pessoal, nem parece, mas já se passaram quase um ano do início da 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil. Agora, já estamos nos preparando para a 2ª edição, que começa no dia 19 de agosto. O formato da Olimpíada não sofreu nenhuma mudança. Continuam as seis etapas, sendo as cinco primeiras online e a 6ª, e última, presencial.

Nesse ano, nosso colégio vai participar com três equipes, ou seja, 9 alunos. Cada equipe é formada por três alunos mais o professor coordenador. Além de uma equipe a mais do que no ano passado, nesse ano, o 8º ano será representado por uma aluna. Lembrando que a Olimpíada é aberta para alunos do 8º ano ao 3º do Ensino Médio.

As equipes de 2010 são:

Equipe Abaporu
Monica (3ª série EM)
Gabriela Parra (1ª série EM)
Suemy (8º ano)

Equipe Anauê
Ana Eliza (9º ano)
Carol Maciel (1ª série EM)
Beatriz Bonafé (2ª série EM)

Equipe Raízes do Brasil
Isabela (3ª série EM)
Daniela (3ª série EM)
Felippe (1ª série EM)

Para mais informações sobre a Olimpíada, acessem o site: http://www.mc.unicamp.br/2-olimpiada/inicio/index

Boa sorte para as nossas equipes!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Medalhistas, parabéns!

Nossos Medalhistas:

A equipe Pau Brasil (Matheus Lima, Isabela Zanatta e Carol Maciel), representante do nosso colégio e de nosso município, merecidamente, trouxe da I Olimpíada Nacional em História do Brasil a medalha de prata!

A Olimpíada em números:

Foram aproximadamente 16000 alunos inscritos de todos os estados brasileiros, dos quais 1200 participaram da grande final na Unicamp, compondo as 300 equipes finalistas; 59 documentos analisados; 1 documento produzido pelos próprios alunos; 1 questão dissertativa baseada na Constituição de 1988 e no processo de redemocratização do país; 1 questão dissertativa sobre o conteúdo ideológico por detrás dos nomes primordiais de nosso país e a criação de um imaginário eurocêntrico no “Novo Mundo”; e, por fim, uma dissertação sobre o objeto da história: o homem.

Sobre a História e os medalhistas:

A História é o fato e o estudo do fato, ou seja, quando algo significativo acontece, dizemos que isso é História e, quando estudamos o que aconteceu no passado e produzimos conhecimento relacionado ao acontecimento, também chamamos isso de História.

Essa dualidade que envolve a História se materializou na participação de nossa equipe na Olimpíada. Ao mesmo tempo em que escreveram mais um capítulo da História de cada um, de nosso colégio, da Olimpíada Nacional em História do Brasil e da Unicamp, também se transformaram em objeto da História. Daqui alguns anos, quando os pequenos de nosso colégio forem grandes e participarem da 10ª edição da Olimpíada, visitarão o passado para se lembrarem que em 2009 a equipe Pau Brasil vivenciou experiência semelhante. Viram como a História eterniza as coisas, as pessoas e o que elas produzem?

Parabéns!

Agradecimentos:

Já agradeci aqueles que propiciaram a chegada de vocês na etapa final da Olimpíada. Mas, diante dessa enorme conquista, não posso deixar de fazê-lo de novo, incluindo as outras pessoas envolvidas:

Quero agradecer a Deus, por nos proporcionar a vida – eita experiência bacana; nosso mantenedor, Dr. Luiz Beraldo, por acreditar que a educação muda as pessoas e o mundo; Dona Angela, nossa diretora, por ter, junto com a secretaria da escola, providenciado tudo aquilo que foi preciso para a nossa participação na Olimpíada; Dona Elaine, nossa coordenadora, por ter, desde o princípio, acreditado no potencial dos participantes; pais, pelo interesse, suporte e apoio aos filhos; Fabíola, pelo computador, torcida e apoio; todos os professores, porque o sucesso de nossos alunos é fruto de um trabalho em equipe, onde cada um desenvolve uma das muitas habilidades que eles precisam; Tia Francisca, pelas fotocópias; Tio Joel e Isaquel, pelo transporte; Dona Maria Lúcia e equipe do Kinkaku-ji, pela ajuda e atenção dada a nossos alunos; e a todos os alunos que apoiaram seus colegas.

Matheus, Carol e Isabela, no alojamento, em Campinas

Equipe Pau Brasil na Unicamp

Local da Prova

Cerimônia de Premiação

Medalha

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Parabéns!!!

A comissão organizadora da I Olimpíada Nacional de História do Brasil antecipou a divulgação dos nomes das equipes finalistas; e é com MUITA alegria que eu informo a todos que uma de nossas equipes foi classificada – e muito bem classificada – para a grande final, que acontecerá nos dias 12 e 13 de dezembro, na Unicamp!

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Queridos alunos,

Vê-los participar dessa Olimpíada foi motivo de orgulho para mim. Não só por terem se destacado em meio a tantos outros participantes de todas as partes do Brasil, mas pela conduta ética e comprometimento de cada um. Lembro-me de ter comentado mais de uma vez com a direção e com meus colegas professores, o fato de nenhum de vocês participarem do blog ou de algum dos fóruns da Olimpíada para ridicularizar outros participantes, atitude que, infelizmente, outros participantes tiveram. Outro problema gerado por boa parte das equipes participantes foi a solicitação de troca de senha, pois integrantes de um mesmo time não confiavam nos próprios parceiros. Nenhum de vocês gerou esse problema, demonstrando assim, a tolerância e a capacidade de cada um em conviver com as diferenças dos outros e as suas próprias limitações. Isso já demonstra o quanto são VENCEDORES, antes mesmo do início da etapa final.

Outro ponto importante que eu não poderia deixar de lado é o fato dessa Olimpíada não se preocupar com o conhecimento factual ou aquele apregoado pela historiografia do vencedor, a chamada História Oficial. Pelo contrário, a Olimpíada privilegiou a Nova História, preocupada em difundir um saber crítico, que leva em consideração todos os grupos e classes envolvidas nos processos históricos. E, para mim, na condição de professor, vê-los pesquisar, compreender e participar com excelência da construção desse novo saber histórico é mais uma vez motivo de orgulho e admiração. É ter a certeza de que vocês irão participar do mundo com todos os pré-requisitos para torná-lo mais justo e perfeito, compreendendo os erros cometidos no passado e, por isso, sugerindo outros rumos individuais e coletivos para que esses erros não se repitam no presente e futuro.

Aos finalistas, integrantes da equipe Pau Brasil [Matheus de Lima Gomes, Isabela Juliani Zanatta e Carolina Maciel de Arruda], PARABÉNS e boa sorte! Mas saibam que já são vencedores. Não só pelos motivos destacados acima, mas por terem a oportunidade de vivenciar uma experiência junto com pessoas de outras partes do país, interagindo com elas e dividindo pontos de vista e visões de mundo. Além disso, a vida universitária de vocês será mais rica depois de uma visita à Unicamp, onde será possível dialogar com mestres, doutores e pessoas responsáveis por interpretar, pesquisar e escrever boa parte da historiografia de qualidade do país. Também quero deixar aqui um parabéns especial ao aluno Matheus Lima que, por ser aluno do 3º ano do Ensino Médio, vai nos deixar no término desse ano. Mas, como todos sabem, é um aluno de uma dedicação e interesse acima do comum. Vencedor não só na sala de aula, mas na vida. Afinal, diante de todas as dificuldades que acompanhamos no decorrer dos últimos anos, se mostrou sempre vitorioso.

Aos integrantes da equipe Raízes do Brasil [Gabriela Goes Parra, Michel Henrique Dib Jorge e Nicolle Amorim da Silva], meus PARABÉNS, porque também são vitoriosos. Como vocês sabem, os três são alunos do 9º, e chegaram até a penúltima etapa da Olimpíada, superando as dificuldades propostas em cada uma das tarefas anteriores. Lembrem-se que a vida escolar de vocês ainda está longe de terminar e, por isso, ter chegado até aqui numa Olimpíada como essa é um motivo de alegria sem igual. Parabéns!

Professor Carlos Henrique

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Quero agradecer todos os alunos do Colégio 8 de Maio que apoiaram nossos participantes e se sentiram representados por eles – pois sabiamente entenderam que não precisamos estar no campo para torcermos pelo nosso time; Dona Elaine, nossa coordenadora, por desde o princípio ter acreditado no potencial de nossos alunos; Dona Ângela, nossa diretora, por ter acompanhado cada uma das etapas, viabilizando aquilo que foi e será necessário para a participação das equipes; Fabíola, por ter cedido, inúmeras vezes, sua mesa de trabalho para discutirmos e realizarmos as atividades da Olimpíada; Tia Fran, pelas cópias das etapas – eu sei que muitas vezes ela passou nossas cópias na frente de suas tarefas; as pessoas que nos receberam no Kinkaku-ji, pela atenção e carinho com que nos ajudaram a realizar uma das etapas mais difíceis da Olimpíada; Professora Iraci, pelos contatos e apoio; os professores, que acompanharam e vibraram comigo na sala dos professores cada vez que passávamos para uma nova etapa; e, por fim, ao nosso mantenedor, Sr. Luiz Beraldo, por ter apostado na conduta ética de nossos alunos e propiciar a realização desse trabalho de conscientização com eles.
Sem vocês, nossos alunos não teriam chegado onde estão. OBRIGADO!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Quarta Fase

É com alegria que eu aviso a todos que nossas duas equipes passaram para a QUARTA ETAPA da I Olimpíada Nacional de História do Brasil! PARABÉNS!
Continuem com a mesma garra. A grande final, na Unicamp, está cada vez mais próxima.

domingo, 4 de outubro de 2009

Terceira Fase

Acabou a segunda fase da I Olimpíada Nacional de História do Brasil. Aproximadamente 1000 equipes de todo o país foram eliminadas nessa fase, mas AS DUAS EQUIPES QUE REPRESENTAM O NOSSO COLÉGIO CONTINUAM, agora na 3ª etapa!

Toda vez que sentamos para discutir as questões e apresentar nossas pesquisas, noto o empenho e a dedicação de vocês. PARABÉNS, vocês merecem!!!

domingo, 27 de setembro de 2009

Segunda Fase

As duas equipes que representam o Colégio 8 de Maio na I Olimpíada Nacional de História do Brasil passaram para a segunda fase. Parabéns a todos!
Agora, depois de quase 300 equipes eliminadas, peparem-se; a segunda fase começa amanhã.
Boa sorte!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

1ª Olimpíada Nacional de História do Brasil

O Colégio 8 de Maio está participando da Primeira Olimpíada Nacional de História, organizada pelo Museu Exploratório de Ciências, da Unicamp. Na sua primeira edição, a Olimpíada visa “estudar e debater a história nacional, por meio da leitura e interpretação de documentos, imagens e textos”. Aberta para a participação de alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental II e 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio, nosso colégio, representado por duas equipes formadas pelos alunos Matheus de Lima Gomes, Isabela Juliani Zanatta, Carolina Maciel de Arruda, Nicolle Amorim da Silva, Gabriela Goes Parra, Michel Henrique Dib Jorge, tendo eu, Professor Carlos Henrique de Castro Assis, como orientador, participam juntamente com outras 3706 equipes de todo o Brasil.

A primeira etapa iniciada hoje, composta por 9 questões e 1 tarefa, deu início às reuniões e debates em torno das atividades propostas. Boa sorte para todos nós do Colégio 8 de Maio! Tenho certeza que estão todos torcendo pelas nossas equipes.

http://www.mc.unicamp.br/1-olimpiada/inicio/

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O Corpo de Cristo

O feriado de Corpus Christi – expressão latina que significa Corpo de Cristo –, comemorado hoje, é uma festa da Igreja Católica onde é entregue, simbolicamente, aos católicos, o corpo de Cristo, representado pela hóstia. Sabemos que essa prática não é exclusividade dessa festa, mas está presente na eucaristia – momento do culto em que o padre pronuncia palavras que “transformam” o pão e o vinho no corpo e sangue de Cristo, respectivamente, e, em seguida, o compartilha com os fiéis. Foi instituída por Cristo, na última ceia, quando Ele pronunciou as palavras: “Este é o meu corpo... isto é meu sangue... fazei isto em memória de mim”.

A celebração do Corpus Christi foi incorporada no ano litúrgico pelo Papa Urbano IV, em 1264, a pedido de uma freira agostiniana que exigia uma festividade para a prática da eucaristia. A sua celebração também está associada à história de um sacerdote chamado Pedro de Praga, que duvidava da presença de Cristo na eucaristia. Angustiado, foi até Roma orar diante do túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo, pedindo a eles o dom da fé. No caminho, participou de uma missa na Itália. No momento da eucaristia, a hóstia sagrada transformou-se em carne, e o sangue escorreu de sua boca, manchando suas vestes. A parte da hóstia que tinha nas mãos, mantinha sua forma original. O milagre provou a transmutação da hóstia no momento em que ela foi ingerida pelo sacerdote.

A prática de ornar as ruas com tapetes tornou-se costume no Brasil e em Portugal, provavelmente inspirada no relato bíblico em que Jesus, ao entrar em Jerusalém montado num jumento, tem o caminho por onde passa coberto por mantos e ramos de oliveiras [Mc. 11,8]. A idéia é a mesma. Se vamos receber Cristo, então, que se enfeitem as ruas.
Bom Feriado!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Feira do Livro

Aconteceu no último domingo a nossa feira do livro, que, para nossa felicidade, mais parecia uma feira cultural. Tinha atividade pra todos os gostos: culinária, artesanato, música, sarau, exposições e, claro, livros.
*
As caricaturas do Thobias caíram na graça dos visitantes. O menino é talentoso. Vale a pena conferir o blog dele – e da Camilla, aluna do 3º ano: http://ilusthobias.blogspot.com/
Ao lado, está a que ele fez de mim.
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Os alunos que participaram do workshop com o guitarrista Bruno Justi, podem entrar em contato com ele através do e-mail: b.justi@gmail.com
As fotos abaixo são de uma das suas apresentações com o Andreas Kisser, do Sepultura, e da entrega de seu cd ao guitarrista Joe Satriani.



Parabéns ao aluno Mauro, do 9º ano, pelos elogios e pela jam session que realizou com o Bruno no fim do workshop.
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Queria aproveitar e parabenizar os alunos e as pessoas envolvidas na organização do evento. Se esse foi o primeiro, imaginem o que nos espera em 2009!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O Oscar dos Quadrinhos

Na próxima quarta-feira, dia 23 de julho, acontece no Sesc Pompéia a entrega do vigésimo Troféu HQMIX, “o Oscar dos quadrinhos”. O evento é o maior prêmio da América Latina para os melhores lançamentos de quadrinhos e de humor gráfico de 2007. A apresentação ficará por conta de Serginho Groisman e banda, além da presença de desenhistas de todo o país. Na programação está prevista uma homenagem a desenhistas de mangá.

Aqueles que estiverem interessados anotem o endereço e horário. Nos encontramos lá.

Rua Clélia, 93
Pompéia – São Paulo
Telefone: 11 3871-7700
Quarta/20h.
Grátis – Retirada de ingressos na bilheteria no dia do evento.