quarta-feira, 3 de junho de 2009

Os Falsários

O nazismo e o holocausto foram temas de aulas recentes no 9º ano. Indiquei alguns filmes e comentei com os alunos a quantidade de produções cinematográficas que abordam esse momento da História Mundial. E quando pensamos que o tema já havia sido explorado de todas as maneiras, relatando e documentando todos os acontecimentos envolvendo o genocídio ao qual os judeus foram submetidos, surge na telona mais um filme sobre o mesmo assunto. Trata-se de Os Falsários, filme austríaco, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro de 2008. Para mais detalhes, clique abaixo no ipod e ouça um podcast sobre o longa metragem que estreou na sexta-feira passada. Boa audição.


O SPAM

Sempre que sobra um tempo livre, dou uma passada no blog do Antonio Prata. Gosto da maneira como ele escreve, principalmente da forma como ele transforma coisas da vida prática em textos deliciosos, relacionando um lembrete da irmã, fixado no banheiro, com seriados humorísticos; idas à locadora com a transformação do espaço urbano e etc. Em viagem aos EUA, ele postou a explicação [correta] do termo SPAM, que nos acostumamos a ouvir desde a época em que nossas caixas postais começaram a ficar abarrotadas desse lixo eletrônico. Muito bom. Clique aqui para ler.
Abraços.

terça-feira, 2 de junho de 2009

A Droga e os Hippies

Nossa, eu já estava com saudade de escrever aqui. Confesso que final de semestre é uma temporada agitada para nós professores, mas em breve retomo esse espaço com fôlego renovado e postando novidades. Andei fotografando algumas coisas interessantes em São Paulo, e também quero indicar alguns livros e filmes para as férias que, pela amostra de frio dos últimos dias, estarão propícias para a leitura e sessões de filmes com pipoca no sofá, debaixo do edredom – o pessoal de Itapecerica, Juquitiba e São Lourenço sabem do que estou falando. O frio dessas bandas é maior do que o de São Paulo.
Por enquanto, estou colando abaixo um texto do Ruy Castro, publicado na página A2 da Folha de S. Paulo, nessa segunda-feira. A coluna desse jornalista e biógrafo destaca-se das outras por causa dos temas que ele aborda: quase todos relacionados com a cultura do nosso país ou do mundo. Nessa semana ele falou sobre as consequências do discurso hippie no final dos anos 60. Achei legal dividi-la com vocês, já que alguns ainda não conseguem desassociar as drogas com a criatividade psicodélica dessa época. Boa leitura. Ah, e lembrem-se: a liberdade contribuiu para a criatividade desse período histórica; as drogas deixaram marcas vergonhosas na história e ainda destroem nossa sociedade.

RUY CASTRO - 1969 errou

RIO DE JANEIRO - Era 1968, 69, por aí. Ia nascer uma nova consciência, uma nova cultura, uma nova era, diziam. Todos teriam o direito de ficar na sua, chamar uns aos outros de bicho e nunca mais tomar banho. Uma geração que até bem pouco se deliciava com Ovomaltine e Grapette estava agora descobrindo a maconha, o ácido, a mescalina, o cogumelo, o ópio e outras substâncias proibidas.
Os novos heróis eram escritores como Carlos Castaneda, Timothy Leary, William Burroughs. Até o venerando Aldous Huxley, morto desde 1963, fora "redescoberto". Em seus livros, eles demonstravam como as drogas abriam as "portas da percepção" e revelavam fabulosos mundos interiores, tornando seus usuários pessoas especiais, talvez até superiores.
A certeza de que as drogas seriam privilégio de uma plêiade adulta e responsável fez com que muitos pregassem sua liberação, mesmo que pessoalmente não se interessassem por nada mais radical do que fumar cachimbo ou mascar chicletes. Mas, para a imaginação liberal daquele tempo, era irresistível o argumento de que ninguém, muito menos o Estado, poderia proibir o cidadão de dispor de seu corpo e de "expandir sua mente".
Bem, isso foi há 40 anos. Por mais mentes "expandidas", ninguém então imaginou as cenas que vemos hoje pelo Brasil: gerações convertendo-se ao tráfico para sustentar sua dependência, crianças de 8 anos fumando crack nas esquinas e morrendo à luz do Sol, e bocas de fumo controladas até por patuscas e insuspeitas mães de família.
Quem poderia prever que aquele sonho mágico se tornaria um negócio de bilhões -o narcotráfico-, responsável pelo esgarçamento do tecido social, a destruição de famílias em massa, a corrupção da polícia, os assassinatos sem conta, a vitória do submundo? Decididamente, 1969 errou longe.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Links

O pai da Sawara, aluna do 9º ano, mantêm um blog muito interessante sobre a cultura indígena. Lá vocês encontram histórias, ensinamentos e informações do trabalho dele como escritor e conferencista.
Confiram: Kaká Werá

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Incluí na lista de blogs de alunos, o blog Sábados e Suetos, da Beatriz Bonafé, do 1º ano do EM. É um espaço onde ela registra aquilo que escreve em feriados, finais de semana e dias chuvosos. Muito legal.

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O professor Ricardo também foi contaminado pela blogsfera. Ele criou o Portugália, onde publica (sem correções, como ele explica antes de cada um dos textos) as produções textuais dos alunos. Não deixe de visitar, pois seu texto pode ter sido publicado.

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A Mojo Books publicou um texto que escrevi em outro blog. Foi escrito baseado na música "Meia Saudade", do acordeonista Toninho Ferragutti. Para ler, clique aqui.

É isso.
Abraços.

Vencedores!

Parabéns ao grupo do 7º ano responsável pela confecção dos personagens que ilustraram a feira medieval. Ganharam os 30 pontos extras e deram uma arrancada na nossa gincana!
Confira abaixo, o resultado da votação:



segunda-feira, 11 de maio de 2009

O Fole Roncou

Pessoal,

Divido com vocês o lançamento do meu e-book, pela Mojo. Os interessados podem baixá-lo cadastrando-se no site.



Abraços.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vote na Feira Medieval

Como parte da nossa gincana de História, o 7º ano construiu uma feira medieval em miniatura. A sala foi dividida em 4 grupos, e cada um deles ficou encarregado de fabricar um elemento das antigas feiras que aconteciam na Europa: barraca de armas, alimentos, casa de câmbio e empréstimos (a versão medieval dos nossos bancos). A feira também conta com seus frequentadores, incluindo os saltimbancos, ladrões e seguranças. Como fizeram um bom trabalho, todos faturaram os 50 pontos. Mas o elemento da feira mais votado na enquete ao lado, além dos 50 pontos, vai ganhar 30 pontos extras. Por isso, veja as fotos abaixo (clique nelas para ampliá-las) e vote no que mais te agradou. Os alunos do 7º ano agradecem a sua participação!
A enquete estará disponível para votação até o dia 12/05, terça-feira que vem.

Barracas de Armas



Barracas de Alimentos



Casas de Câmbio e Empréstimo


Saltimbancos e Frequentadores