sábado, 27 de fevereiro de 2010

Clássicos da Literatura

Miguel de Cervantes, Oscar Wilde, Dostoievski, Homero e Euclides da cunha são alguns dos grandes autores da nova coleção da Abril, Clássicos Abril Coleções, que traz os grandes nomes em contos, poesia, romance e teatro da literatura mundial.

A coleção, formada por 30 obras em 35 volumes luxuosos, tem capa dura em tecido e miolo em papel nobre, e cada livro vem acompanhado por um caderno de 16 páginas com informações sobre o autor e sua obra. Além disso, todos os livros estão de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa.

O lançamento da coleção ocorrerá em fases: em 26 de fevereiro nos Estados de SP e RJ, e em maio nos outros Estados. Um volume novo chegará às bancas toda semana, mas é importante lembrar que cinco das 30 obras estarão divididas em dois volumes. São elas: Crime e castigo, Dom Quixote, Moby Dick, Ilusões perdidas e Os sertões. A edição de lançamento, de Crime e castigo, trará os dois volumes pelo preço de um: R$ 14,90. Todos os demais volumes serão vendidos por R$ 14,90 individualmente.
fonte: http://www.dinap.com.br/site/noticias/conteudo_394212.shtml


A coleção completa:

Vol 1) Crime e castigo - vol. I, Fiódor Dostoiévski
Vol 2) Crime e castigo - vol. II, Fiódor Dostoiévski
Vol 3) Madame Bovary, Gustave Flaubert
Vol 4) O retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
Vol 5) Memórias póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
Vol 6) A divina comédia - Inferno, Dante Alighieri
Vol 7) Os sofrimentos do jovem Werther, J.W. Goethe
Vol 8) O engenhoso fidalgo D. Quixote da Mancha - vol. I, Miguel de Cervantes
Vol 9) O engenhoso fidalgo D. Quixote da Mancha - vol. II, Miguel de Cervantes
Vol 10) Hamlet, Rei Lear e Macbeth, William Shakespeare
Vol 11) Ilusões perdidas - vol. I, Honoré de Balzac
Vol 12) Ilusões perdidas - vol. II, Honoré de Balzac
Vol 13) Orgulho e preconceito, Jane Austen
Vol 14) O primo Basílio, Eça de Queirós
Vol 15) Moby Dick - vol. I, Herman Melville
Vol 16) Moby Dick - vol. II, Herman Melville
Vol 17) O falecido Mattia Pascal, Luigi Pirandello
Vol 18) O homem que queria ser rei e outras histórias, Rudyard Kipling
Vol 19) Os lusíadas, Luís de Camões
Vol 20) A metamorfose, Franz Kafka
Vol 21) Outra volta do parafuso, Henry James
Vol 22) O assassinato e outras histórias, Antón Tchekhov
Vol 23) O morro dos ventos uivantes, Emily Brontë
Vol 24) Mensagem, Fernando Pessoa
Vol 25) Coração das trevas, Joseph Conrad
Vol 26) O vermelho e o negro, Stendhal
Vol 27) Cândido, Voltaire
Vol 28) Os Malavoglia, Giovanni Verga
Vol 29) Os sertões - vol. I, Euclides da Cunha
Vol 30) Os sertões - vol. II, Euclides da Cunha
Vol 31) Contos de amor, de loucura e de morte, Horacio Quiroga
Vol 32) Infância, Maksim Górki
Vol 33) Grandes esperanças, Charles Dickens
Vol 34) No caminho de Swann, Marcel Proust
Vol 35) Odisseia, Homero

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Para refletir

Já falei em algumas salas sobre o dever que cada um tem de controlar o seu “hitlerzinho” interior. Digo isso porque acredito na ideia de que as pessoas mais equilibradas são aquelas que possuem consciência dos seus atos falhos e, por isso, podem controlá-los. Mas o pior mesmo se dá quando esses que não conseguem controlar o tal do “hitlerzinho” interior conseguem, através de argumentos, convencer outros a pensarem como eles. Pronto. Está aí a fórmula consagrada que coloca pessoas desequilibradas em posições de mando e poder. Pode, num primeiro momento, parecer bobagem, mas a intolerância começa na sala de aula, se expande para o colégio, o bairro e depois a História se encarrega de contar o resultado destruidor desse pessoal.

O filme A Onda, que se eu não me engano já deve estar disponível em DVD, exemplifica muito bem isso tudo. Baseado em fatos reais ocorridos no fim da década de 60, em Palo Alto, Califórnia, o filme conta a história de um professor de História que, durante suas aulas sobre a ascensão do nazismo e suas consequências, resolve fazer uma experiência para responder as dúvidas dos alunos. A experiência consistia em reproduzir na sala de aula alguns clichês do nazismo. O que ele não esperava é que aquilo fosse tomar proporções gigantescas, como uma onda. O filme, por ter classificação etária de 14 anos, é indicado para os alunos do Ensino Médio. Abaixo está o trailer.



Outro filme que aborda um tema parecido é A Fita Branca, em cartaz nos cinemas. O filme conta a história de um vilarejo protestante no norte da Alemanha, em 1913, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, onde acontecimentos violentos começam a se repetir sem que o responsável por eles seja encontrado.

O curioso é que as crianças e jovens retratados no filme são os homens e mulheres que, mais tarde, vão apoiar as ideias de Hitler e executá-las. Com isso, o filme nos faz pensar em como as relações sociais e familiares daquele vilarejo, que retrata o modo de vida alemão da época, podem ter sido a raiz do mal que levou e manteve Hitler no poder. Entre os personagens, destacam-se o barão, que detém o poder local; o pastor protestante autoritário; o médico violento e sem preocupação com os sentimentos alheios; um professor sensível, mas sem firmeza nas suas palavras; e um bando de crianças reprimidas e sem ter o que fazer. Seria essa a base do mal que mais tarde vai se instalar no país? Para refletir.

O filme, também com classificação etária de 14 anos, é indicado para os alunos do Ensino Médio. Vejam o trailer.




domingo, 13 de dezembro de 2009

Medalhistas, parabéns!

Nossos Medalhistas:

A equipe Pau Brasil (Matheus Lima, Isabela Zanatta e Carol Maciel), representante do nosso colégio e de nosso município, merecidamente, trouxe da I Olimpíada Nacional em História do Brasil a medalha de prata!

A Olimpíada em números:

Foram aproximadamente 16000 alunos inscritos de todos os estados brasileiros, dos quais 1200 participaram da grande final na Unicamp, compondo as 300 equipes finalistas; 59 documentos analisados; 1 documento produzido pelos próprios alunos; 1 questão dissertativa baseada na Constituição de 1988 e no processo de redemocratização do país; 1 questão dissertativa sobre o conteúdo ideológico por detrás dos nomes primordiais de nosso país e a criação de um imaginário eurocêntrico no “Novo Mundo”; e, por fim, uma dissertação sobre o objeto da história: o homem.

Sobre a História e os medalhistas:

A História é o fato e o estudo do fato, ou seja, quando algo significativo acontece, dizemos que isso é História e, quando estudamos o que aconteceu no passado e produzimos conhecimento relacionado ao acontecimento, também chamamos isso de História.

Essa dualidade que envolve a História se materializou na participação de nossa equipe na Olimpíada. Ao mesmo tempo em que escreveram mais um capítulo da História de cada um, de nosso colégio, da Olimpíada Nacional em História do Brasil e da Unicamp, também se transformaram em objeto da História. Daqui alguns anos, quando os pequenos de nosso colégio forem grandes e participarem da 10ª edição da Olimpíada, visitarão o passado para se lembrarem que em 2009 a equipe Pau Brasil vivenciou experiência semelhante. Viram como a História eterniza as coisas, as pessoas e o que elas produzem?

Parabéns!

Agradecimentos:

Já agradeci aqueles que propiciaram a chegada de vocês na etapa final da Olimpíada. Mas, diante dessa enorme conquista, não posso deixar de fazê-lo de novo, incluindo as outras pessoas envolvidas:

Quero agradecer a Deus, por nos proporcionar a vida – eita experiência bacana; nosso mantenedor, Dr. Luiz Beraldo, por acreditar que a educação muda as pessoas e o mundo; Dona Angela, nossa diretora, por ter, junto com a secretaria da escola, providenciado tudo aquilo que foi preciso para a nossa participação na Olimpíada; Dona Elaine, nossa coordenadora, por ter, desde o princípio, acreditado no potencial dos participantes; pais, pelo interesse, suporte e apoio aos filhos; Fabíola, pelo computador, torcida e apoio; todos os professores, porque o sucesso de nossos alunos é fruto de um trabalho em equipe, onde cada um desenvolve uma das muitas habilidades que eles precisam; Tia Francisca, pelas fotocópias; Tio Joel e Isaquel, pelo transporte; Dona Maria Lúcia e equipe do Kinkaku-ji, pela ajuda e atenção dada a nossos alunos; e a todos os alunos que apoiaram seus colegas.

Matheus, Carol e Isabela, no alojamento, em Campinas

Equipe Pau Brasil na Unicamp

Local da Prova

Cerimônia de Premiação

Medalha

sábado, 5 de dezembro de 2009

Janelas

Fico feliz em ver meus alunos acompanhados de livros. Alguns escolhem o frescor proporcionado pela grande primavera que embeleza o pátio do colégio para, ali, passarem o almoço, o intervalo ou um horário qualquer imersos em histórias fantásticas, aterrorizantes, românticas etc.; outros preferem correr os olhos pelas manchetes, com a pressa que o jornal exige para ser lido antes que sirva apenas para embrulhar o peixe de amanhã; os mais exigentes com o que leem, e consigo, afastam-se dos ruídos, das pessoas, para encontrarem no bosque a companhia de pássaros ou, vez e outra, dos pequenos que por ali passam correndo, descobrindo o mundo mais pelos sentidos do que pelos livros; os atrasados, enquanto esperam para jogar na quadra ocupada, fazem suas tarefas de casa com um olho na apostila e outro no relógio. Em comum, o que todos compartilham em silêncio, distantes uns dos outros, é o prazer que só a leitura pode proporcionar; algo próximo do deslumbramento ou espanto que sente um estrangeiro diante das maravilhas encontradas em seu destino. É por isso que gosto de comparar os livros com janelas. Através deles vislumbramos o desconhecido, passando a conhecê-lo pouco a pouco, até que a confiança nos conduza pelos caminhos que se colocam diante de nós. Como diz um amigo meu, “o caminho se faz caminhando”. Por isso, continuem lendo.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Os dois lados da mesma tecnologia

Será que toda a parafernália tecnológica que nos rodeia e toma conta de boa parte do nosso tempo, seja em tarefas produtivas, ou não, está nos tornando mais burros, menos críticos e mais alienados? Pergunta parecida a essa foi feita pelo jornalista Christian Carvalho Cruz, do jornal O Estado de S.Paulo, em matéria publicada no suplemento Aliás, dia 27 de setembro. Ele não nos dá a resposta, mas dá indícios de um mundo próximo onde o homem talvez evolua para uma nova fase da humanidade: “Homo sapiens que falam pelos polegares”. Afinal, segundo o seu texto, já existe gente faturando quantias gordas por ter vencido campeonato de quem digita um SMS – mensagens de celular ou, se preferir, torpedos – mais rápido. As justificativas para esse incentivo ao envio de SMS são muitas, desde o custo, que é menor do que uma ligação, até a “praticidade” de se comunicar em locais onde você deveria ficar em silêncio, atento ao que acontece diante de seus olhos – comprovei isso recentemente, quando fui ao teatro assistir uma peça que começava no escuro, no breu total, tendo como única fonte de luz a chama do isqueiro do ator, que acendia um cigarro. No fim da peça, em um bate-papo com o ator, ele se mostrou incomodado com a quantidade de luzes emanadas dos celulares que clareavam o rosto da plateia, prisioneira dos seus telefones. Bem, mas voltando à matéria do Estadão, quando eu a terminei de ler, lembrei de um estudo que foi realizado com jogadores de video game que passam horas apertando botõezinhos de joysticks e, por isso, estavam ficando com os polegares achatados; o que não deixa de ser uma mudança anatômica no processo evolutivo. Além disso, nossos pulmões também estão mais comprimidos, devido a posição em que teclamos, seja nos nossos celulares ou nos nossos teclados, ao conversar através do MSN. Segundo médicos, isso “bloqueia a expansão dos pulmões, afetando a respiração” e, como consequência, “priva o cérebro de oxigênio e pode acabar comprometendo a capacidade de memória e aprendizado”.
Resumindo, ouça seu pai quando ele pede para você desligar o computador, o video game ou reduzir o valor da conta do telefone celular; você está correndo o risco de prejudicar a memória ou a sua capacidade de aprendizado.

Mas será que estamos menos críticos e mais alienados por causa da tecnologia?

Realizei um exercício de imaginação com o 3º ano do Ensino Médio, onde perguntei a eles como reagiriam diante de um novo AI-5 (ato institucional nº 5, que, na época da ditadura militar, fechou o Congresso Nacional, censurou a imprensa, prendeu e torturou jovens opositores do regime político vigente). A maioria respondeu que, diante do chamado Milagre Econômico, ocorrido na época, talvez a geração atual não se importasse em fazer oposição ao governo, já que com acesso ao dinheiro, numa época em que o consumo é apregoado e encarado como requisito para ascensão, tudo estaria dentro dos conformes. Outros disseram que a internet seria um veículo de luta, manifestação etc., já que é possível publicar conteúdo em servidores fora do país. Que percepção, fiquei maravilhado! Exemplo dessa tese levantada pelos alunos é a repercussão dos textos publicados pela cubana Yoani Sánchez, no blog Geração Y, que, inclusive, teve alguns textos escolhidos e publicados num livro (De Cuba, Com Carinho) lançado aqui no Brasil pela Editora Contexto (leia o primeiro capítulo).

A história dessa escritora é interessante, a começar pelo nome. Yoani, com y, é resultado da forte influência soviética na ilha, já que a URSS participou do processo pós-revolucionário cubano, garantindo o regime de Fidel Castro, ameaçado pelos EUA. E, por causa dessa influência, que extrapola as relações políticas e econômicas, infiltrando-se na cultura, houve na ilha uma enxurrada de nomes com y. É por fazer parte dessa geração, desse momento histórico, que escolheu Geração Y para dar nome ao seu blog, onde publica, quase diariamente, textos que relatam sua insatisfação e frustração com o governo cubano, com as condições de vida em seu país, com o descaso e desrespeito internacional. O simples desejo de compartilhar essas inquietações tomou proporções gigantescas. Passou a ser lida pelo mundo todo; publicou em seu blog uma carta aberta ao presidente dos EUA, Barack Obama, e obteve resposta do próprio; como dito acima, publicou um livro aqui no Brasil – mas foi impedida de comparecer ao lançamento, já que desde o caso dos lutadores de boxe cubanos, que não quiseram voltar ao país, estão proibidas viagens para o exterior; organiza palestras para capacitar as pessoas a usarem o computador e, principalmente, a internet, explicando aos interessados como construir e postar textos em blogs. Mas, como era de se esperar, foi vítima de violência praticada por agentes do governo cubano, passou dias andando com o auxílio de muletas e, quando percebeu que era vigiada constantemente por delatores e homens do governo, passou a fotografá-los e publicar seus rostos em seu blog. Eis um exemplo de como a internet pode ser um espaço de resistência, conscientização e luta por direitos, contrariando a ideia de que a rede é mais um veículo alienante.

Também vale lembrar que não é só o cidadão comum que usa a chamada internet 2.0 – essa nova fase da rede onde é o usuário que gera o seu conteúdo (blogs, youtube, twitter, orkut, facebook etc.) – para fazer política. Os governos também a utilizam para reprimir, vigiar e punir os cidadãos que fazem oposição a eles. É o caso de países como a China, que contrata blogueiros – remunerando-os por textos publicados – para manipularem a opinião pública; o Egito, que prende blogueiros e usa os mesmos artifícios do governo chinês; a Rússia, que pretende criar uma Câmara dos Blogueiros, para decidir as normas da blogsfera e, por fim, o Irã, que procurou em páginas de relacionamento como orkut e facebook, fotos de manifestantes que faziam oposição aos governos do presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Então, tentando responder a pergunta aí de cima, acho que depende. Podemos perceber a internet como um espaço de conscientização e união para muitas causas justas, assim como podemos ser vítimas da alienação gerada por governos ou por nós mesmos.

Abraços.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Parabéns!!!

A comissão organizadora da I Olimpíada Nacional de História do Brasil antecipou a divulgação dos nomes das equipes finalistas; e é com MUITA alegria que eu informo a todos que uma de nossas equipes foi classificada – e muito bem classificada – para a grande final, que acontecerá nos dias 12 e 13 de dezembro, na Unicamp!

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Queridos alunos,

Vê-los participar dessa Olimpíada foi motivo de orgulho para mim. Não só por terem se destacado em meio a tantos outros participantes de todas as partes do Brasil, mas pela conduta ética e comprometimento de cada um. Lembro-me de ter comentado mais de uma vez com a direção e com meus colegas professores, o fato de nenhum de vocês participarem do blog ou de algum dos fóruns da Olimpíada para ridicularizar outros participantes, atitude que, infelizmente, outros participantes tiveram. Outro problema gerado por boa parte das equipes participantes foi a solicitação de troca de senha, pois integrantes de um mesmo time não confiavam nos próprios parceiros. Nenhum de vocês gerou esse problema, demonstrando assim, a tolerância e a capacidade de cada um em conviver com as diferenças dos outros e as suas próprias limitações. Isso já demonstra o quanto são VENCEDORES, antes mesmo do início da etapa final.

Outro ponto importante que eu não poderia deixar de lado é o fato dessa Olimpíada não se preocupar com o conhecimento factual ou aquele apregoado pela historiografia do vencedor, a chamada História Oficial. Pelo contrário, a Olimpíada privilegiou a Nova História, preocupada em difundir um saber crítico, que leva em consideração todos os grupos e classes envolvidas nos processos históricos. E, para mim, na condição de professor, vê-los pesquisar, compreender e participar com excelência da construção desse novo saber histórico é mais uma vez motivo de orgulho e admiração. É ter a certeza de que vocês irão participar do mundo com todos os pré-requisitos para torná-lo mais justo e perfeito, compreendendo os erros cometidos no passado e, por isso, sugerindo outros rumos individuais e coletivos para que esses erros não se repitam no presente e futuro.

Aos finalistas, integrantes da equipe Pau Brasil [Matheus de Lima Gomes, Isabela Juliani Zanatta e Carolina Maciel de Arruda], PARABÉNS e boa sorte! Mas saibam que já são vencedores. Não só pelos motivos destacados acima, mas por terem a oportunidade de vivenciar uma experiência junto com pessoas de outras partes do país, interagindo com elas e dividindo pontos de vista e visões de mundo. Além disso, a vida universitária de vocês será mais rica depois de uma visita à Unicamp, onde será possível dialogar com mestres, doutores e pessoas responsáveis por interpretar, pesquisar e escrever boa parte da historiografia de qualidade do país. Também quero deixar aqui um parabéns especial ao aluno Matheus Lima que, por ser aluno do 3º ano do Ensino Médio, vai nos deixar no término desse ano. Mas, como todos sabem, é um aluno de uma dedicação e interesse acima do comum. Vencedor não só na sala de aula, mas na vida. Afinal, diante de todas as dificuldades que acompanhamos no decorrer dos últimos anos, se mostrou sempre vitorioso.

Aos integrantes da equipe Raízes do Brasil [Gabriela Goes Parra, Michel Henrique Dib Jorge e Nicolle Amorim da Silva], meus PARABÉNS, porque também são vitoriosos. Como vocês sabem, os três são alunos do 9º, e chegaram até a penúltima etapa da Olimpíada, superando as dificuldades propostas em cada uma das tarefas anteriores. Lembrem-se que a vida escolar de vocês ainda está longe de terminar e, por isso, ter chegado até aqui numa Olimpíada como essa é um motivo de alegria sem igual. Parabéns!

Professor Carlos Henrique

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Quero agradecer todos os alunos do Colégio 8 de Maio que apoiaram nossos participantes e se sentiram representados por eles – pois sabiamente entenderam que não precisamos estar no campo para torcermos pelo nosso time; Dona Elaine, nossa coordenadora, por desde o princípio ter acreditado no potencial de nossos alunos; Dona Ângela, nossa diretora, por ter acompanhado cada uma das etapas, viabilizando aquilo que foi e será necessário para a participação das equipes; Fabíola, por ter cedido, inúmeras vezes, sua mesa de trabalho para discutirmos e realizarmos as atividades da Olimpíada; Tia Fran, pelas cópias das etapas – eu sei que muitas vezes ela passou nossas cópias na frente de suas tarefas; as pessoas que nos receberam no Kinkaku-ji, pela atenção e carinho com que nos ajudaram a realizar uma das etapas mais difíceis da Olimpíada; Professora Iraci, pelos contatos e apoio; os professores, que acompanharam e vibraram comigo na sala dos professores cada vez que passávamos para uma nova etapa; e, por fim, ao nosso mantenedor, Sr. Luiz Beraldo, por ter apostado na conduta ética de nossos alunos e propiciar a realização desse trabalho de conscientização com eles.
Sem vocês, nossos alunos não teriam chegado onde estão. OBRIGADO!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Besouro

No dia 30 estreia nos cinemas Besouro, filme que conta a história do lendário capoeirista que, segundo a crendice popular, voava.

Cheio de cenas de luta criadas pelo mesmo coreógrafo de Matrix, Kill Bill e O Tigre e o Dragão, o filme promete ilustrar todos os aspectos fantásticos que envolvem a capoeira e a herança cultural do Brasil Colônia.

Confiram o trailer: